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A SAÚDE QUE APRENDI COM A VIDA

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A partir de agora uma nova fase começa na minha vida. Nem melhor, nem pior… nova! Agradeço a Deus por mais uma chance que me dá de poder melhorar e crescer com muito amor.

E o mestre Gonzaguinha, mesmo hoje estando longe de nós, expressa absolutamente TUDO que sinto neste momento.

Obrigada a todas as pessoas que me cercam com o seu AMOR, razão que nos move!

 

Letra:

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta

Que hoje eu me gosto muito mais

Porque me entendo muito mais também

“MESTRE DIANA” (JOÃO MARCOS VEIGA)

Vídeo

Letra e música compostas por João Marcos Veiga.
No subtítulo do blog Guia Instinto Verde está um pedaço desta música, que fala um pouco do amor que eu sinto pelos animais.

Onde se esconde minha menina

Rompeu montanhas,mirou sua sina

E na pele rente ao pelo achou um segredo

Que no quintal existe um tal que traz nas mãos um lampião

Na minha estrada não ando sozinha, sou rio, sou vinho do amor

Na minha ilha sou muitas, sou filha, sou mãe, refaço essa trilha

E a minha casa é o início, o fim, encontro o mundo em mim

Olho no olho do irracional

Ali tem a chama, eu vi o coral

Sob as cordas e o canto buscou uma aurora

No quarto chove o sol do sul

Que eu tenha sorte, estou indo ao norte

Na minha fazenda não tiro a vida, me entenda, eu curo essa dor

Na minha herança te deixo o verde da água, sou chama da sede

Na minha lagoa cultivo um jardim, sou talismã sem fim onde a alma ressoa

Ser mestre, me teste, me leve, flutua

Na lua sou sua varanda, anda (estrela)

VIVA RITA LEE!

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Rita Lee, sempre impagável, botou ordem no terreiro em seu último show, na cidade de Aracajú (Sergipe) dia 28/01/12. Enquanto os policiais revistavam os fãs da cantora, ela notou que eles abusavam de força e agressões. Sem pensar duas vezes, falou ao microfone que eles (os policiais) deveriam deixá-la fazer seu show, que se eles estavam procurando baseados, iriam encontrar, e também muita alegria. “Isso é força brutal. Vocês não têm o direito de usar a força na meninada que não está fazendo nada. Eu sou do tempo da ditadura. Pensam que eu tenho medo?…”. Terminou chamando os policiais de “cavalos”, “filhos da puta” e acabou sendo presa por “desacato e apologia ao crime ou ao criminoso“. No dia seguine, em seu Twitter, ela postou: “Não deu pra segurar, explodi. Por 3 vezes pedi. Não consegui. Invasão truculenta, platéia refém do Louco. Meu dragão reagiu. Vomitei fogo”.

Não é de hoje que sou fã dessa pessoa extremamente talentosa, desbocada e autêntica. Rita, além de ser a melhor compositora e cantora do rock nacional, não tem medo (nem papas na língua) de defender seus ideiais. E uma pessoa que, além de artista brilhante, defende suas atitudes e pensamentos como só ela faz, deve ser respeitada e valorizada ainda mais!

Toda esta história me fez lembrar de sua campanha contra rodeios, este “esporte” hediondo, como ela mesma diz. No site www.vegetarianismo.com.br ela escreve: “Não sou uma ET, mas fico indignada sempre que os terráqueos desrespeitam os outros três reinos do Planeta: o mineral, o vegetal e o animal. A tal da imagem e semelhança de Deus conferida à raça humana é uma piada…” (clique aqui para ver o texto completo).

E, para terminar este breve post dando meu total apoio à esta guerreira pelas boas causas, Rita Lee, sugiro que assistam ao vídeo da música Odeio Rodeio (que fala TUDO!) composta pelo grande Chico César em homenagem à “Santa Rita de Sampa”: