Arquivo mensal: junho 2012

CHAVEIROS DE FELTRO (COM OS MOLDES PARA VOCÊ FAZER!)

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Olá Pessoas!!!

Hoje vou fazer uma brevíssima postagem (já que agora estou atolada de trabalho do meu doutorado) só pra não perder o costume… hehe!

Nos últimos meses, os quais eu estava de licença médica, fiz tanto, mas tanto artesanato, que já me sinto a própria artesã!

Aí vai o resultado de algumas coisinhas feitas por mim com seus respectivos moldes:

1) Estes chaveiros de gatinho são super úteis! Você puxa a cordinha e a chave fica guardadinha dentro dele, evitando, assim, que estas risquem o celular dentro da bolsa, etc.

ps: o chaveiro de vaquinha não tem a mesma função, mas é bonitinho também, né?

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Uma ideia legal é costurar um tecido com estampa bem bonita no verso do chaveiro:

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E os moldes destes chaveiros são estes:

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2) Estes chaveiros de corujinha funcionam como os de gatinho, também protegendo as suas chaves:

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E o molde e passo a passo dessas corujinhas você poder ver clicando aqui!

ps: o pintinho perdido aí no meio das corujas não existe molde porque eu fiz “a zóio” mesmo.

3) E tem estes chaveiros de ovelhas, que ficam tão fofos que poderiam ser usados também pra fazer um móbile para quarto de bebê:  

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Para montar estas ovelhinhas eu fiz dois pom-pons de lã verde/rosa e recortei e costurei em feltro as demais partes do corpo. O molde destas partes (patas e cara da ovelha) você pode pegar aqui:

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Espero que tenham gostado!

Inté!

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A SAÚDE QUE APRENDI COM A VIDA

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A partir de agora uma nova fase começa na minha vida. Nem melhor, nem pior… nova! Agradeço a Deus por mais uma chance que me dá de poder melhorar e crescer com muito amor.

E o mestre Gonzaguinha, mesmo hoje estando longe de nós, expressa absolutamente TUDO que sinto neste momento.

Obrigada a todas as pessoas que me cercam com o seu AMOR, razão que nos move!

 

Letra:

Eu apenas queria que você soubesse
Que aquela alegria ainda está comigo
E que a minha ternura não ficou na estrada
Não ficou no tempo presa na poeira

Eu apenas queria que você soubesse
Que esta menina hoje é uma mulher
E que esta mulher é uma menina
Que colheu seu fruto flor do seu carinho

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta
Que hoje eu me gosto muito mais
Porque me entendo muito mais também

E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé

Eu apenas queira que você soubesse
Que essa criança brinca nesta roda
E não teme o corte de novas feridas
Pois tem a saúde que aprendeu com a vida

Eu apenas queria dizer a todo mundo que me gosta

Que hoje eu me gosto muito mais

Porque me entendo muito mais também

PAP – HORTA VERTICAL ORGÂNICA EM GARRAFAS PET

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Atendendo à pedidos!!!!…

Fotografei o passo a passo da minha hortinha vertical 100% orgânica. Agora, todos que tinham vontade de fazer uma dessas em casa, podem pegar as dicas que deixo aqui:

Os materiais utilizados para cada fileira de sete garrafas são:

– 7 garrafas PET todas da mesma cor (aqui usei verde) com tampinhas também de cores iguais (usei as pretas);

– 2 ganchos de metal e furadeira para pendurar as garrafas na parede;

– 1 cabo de aço para varal de, aproximadamente, 1,5 metro cortado ao meio para pendurar as garrafas;

– terra vegetal, terra orgânica e esterco curtido;

– mudas de hortaliças diversas – sugestões: alface, rúcula, chicória, espinafre, etc.

  • 1o passo – faça um corte quadrado ou oval em um dos lados da garrafa deixando, assim, o espaço suficiente em que a muda será plantada e cresça. Repita este passo em todas as garrafas que você for utilizar para plantar suas hortaliças:

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  • 2o passo – no lado oposto da garrafa faça furos (muitos) que servirão para que o excesso de água escorra:

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  • 3o passo – em cada uma das duas extremidades da garrafa faça um furo por onde será passado o arame que irá fixá-la na parede. Este mesmo furo deverá ser feito no lado oposto da garrafa, para que o arame vare a garrafa de um lado para o outro (o furo mostrado na foto é este próximo à tampinha da garrafa):

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  • 4o passo – na parede onde a sua hortinha será montada, fixe 2 ganchos de metal para cada fileira de garrafas à ser fixada. A distância entre os dois ganchos dever ser de, aproximadamente, um palmo. Em um dos ganchos, amarre a ponta do fio de aço para varal para começar a pendurar as suas garrafas:

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  • 5o passo – a outra ponta do arame deve ser passada pelos furos feitos em uma das extremidades da garrafa, começando pelo furo da parte de cima da garrafa (onde ficará a planta):

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  • 6o passo –  e saindo por baixo da garrafa (onde escorrerá o excesso de água):

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  • 7o passo – a garrafa deve ser então posicionada na altura a ser fixada (mais ou menos um palmo abaixo dos ganchos da parede):

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  • 8o passo – faça um nó no fio de aço de modo que a garrafa não escorregue e fique no local desejado:

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  • 9o passo – neste momento, a garrafa ficará assim:

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  • 10o passo – repita os passos 5, 6, 7 e 8 com as outras seis garrafas, deixando sempre em torno de um palmo de distância entre cada garrafa:

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  • 11o passo – neste momento, as garrafas estarão presas por uma de suas extremidades:

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  • 12o passo – o nó de finalização da última garrafa  deve ser reforçado:

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  • 13o passo – com o outro pedaço do fio de aço, faça um nó reforçado em uma das suas extremidades e passe-o pela garrafa (agora de baixo para cima):

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  • 14o passo – alinhe a última garrafa paralela ao chão e puxe o fio de aço até a altura da penúltima garrafa. ps: atenção para a técnica sofisticada de alinhamento com os pés!

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  • 15o passo – faça um nó no fio para que ele segure a garrafa na altura desejada e, então, passe-o para o outro lado:

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  • 16o passo – repita os passos 14 e 15 nas demais garrafas, até chegar na última (próxima aos ganchos), cuidando para que as garrafas fiquem sempre paralelas umas às outras:

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  • 17o passo – quando chegar na última garrafa, passe a extremidade do fio de aço pelo gancho livre e dê um nó bem forte:

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  • 18o passo – pronto! Agora suas garrafas já estão fixadas:

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  • 19o passo – agora é hora de preparar a terra e plantar suas mudinhas! Misture as mesmas proporções de terra vegetal, terra comum e esterco curtido:

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  • 20o passo – já que a ideia é reciclagem, utilizaremos este equipamento altamente especializado e desenvolvido especialmente para pegar terra e colocar nas suas garrafas (batizado de “pegador de terra”):

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Note que o tamanho do pegador de terra é exatamente o tamanho do orifício das garrafas. Deste modo, quase não cai terra para fora no momento em que você preenche as garrafas. Por isto, sugiro que vocês também o fabriquem e usem:

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  • 21o passo – plante as suas mudas de hortaliças. Minha sugestão é intercalar diversos tipos de hortaliças na mesma fileira de garrafas. Por exemplo: muda de alface roxa em uma garrafa, alface lisa em outra, escarola na outra, e assim por diante. Fica mais bonito na hora que as plantas crescem!

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E aqui está o resultado:

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Qualquer dúvida, podem comentar no post!

Inté!

HORTAS ORGÂNICAS – ÚLTIMAS FOTOS

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Hoje irei postar fotos atuais da minha horta orgânica vertical… O início de tudo você pode conferir clicando aqui!

Já comecei a cobrir outra parede (no canto esquerdo da foto):

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As hortaliças que melhor se adaptaram às garrafas PET:

Alface roxa:

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Escarola (chicória):

Alface crespa:

Inté!

Nota

Em comemoração ao Dia do Meio Ambiente e à Rio+20 (conferência das Nações Unidas sobre sustentabilidade que começará dia 13 de junho), hoje posto uma ideia bem legal para reciclar caixas de leite:

São as chamadas “carteiras mágicas” (aquelas que você coloca o dinheiro e, quando a abre pelo outro lado, a nota está presa à fita). O material que eu usei e o resultado seguem abaixo. Espero que gostem!

1) Caixa de leite, tesoura, cola branca, tecido e uma espátula para assentar o tecido:

2) Cortei 4 partes da caixa de leite nas medidas 10 x 7 cm:

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3) Os pedaços de caixa de leite foram revestidos com tecido e as fitas foram fixadas conforme as instruções (que você pode ver clicando aqui), e o resultado final foi esse:

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Inté!

DIA DO MEIO AMBIENTE COMBINA COM… RECICLAGEM!

SÉRIE CAIXAS ARTESANAIS

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Hoje vou postar aqui algumas caixinhas que tenho feito utilizando tecidos, filtro de café usado, tinta e decoupage. Espero que gostem e os inspire!

1) caixa de jóias Floral:

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2) Caixa de jóias Tulipas:

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3) Caixa-faqueiro:

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4) Caixa Corujinha:

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5) Caixa Cogumelos:

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6) Caixa de gatinho:

Inté!

MATAR PARA SALVAR? DESRESPEITAR PARA RESPEITAR?

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É sabido que práticas de vivissecção e testes em animais são feitas nas escolas de medicina veterinária, medicina humana, biologia, entre outros cursos. O uso de animais vivos ou que são eutanasiados para fins didáticos é controverso e gera muitas discussões tanto de leigos nesta área, quanto de estudiosos – alguns defendendo, outros banindo a prática. O fato é que devemos pensar na quantidade de vidas que são interrompidas para estudos que, algumas vezes, não têm o menor sentido. Estudantes também se tornam vítimas indiretas de tais práticas, ficando insensibilizados, familiarizados com estas práticas. Eis o meu relato:

No meu segundo ano de faculdade, um professor da disciplina de Avicultura e Doenças das Aves deu uma aula prática que há muitos anos repetia com cada turma do curso: necropsia de algumas galinhas para tentarmos achar as doenças estudadas em aulas teóricas. Até aí, normal para um curso de medicina veterinária. Entretanto, as galinhas foram levadas à porta da sala de necropsia vivas e cabia aos alunos sacrifica-las para a aula prática. Uma aluna se recusou a torcer o pescoço da ave por ter dó do bicho. Eu me recusei porque além de ter dó, achava totalmente desnecessário este ato só para abrirmos uma galinha pela milésima vez (já que nas aulas de anatomia havíamos feitos isto diversas vezes). O absurdo é que o professor foi enfático quando disse que o aluno que se recusasse a participar de qualquer momento da aula (inclusive o momento de torcer o pescoço da galinha), consequentemente estaria se recusando a participar da aula e, sendo assim, perderia pontos na disciplina. A imposição do professor desrespeitou os princípios éticos de diversos alunos, não?

O uso de animais saudáveis em experimentos traz à tona estas questões éticas e morais. Por que matar um camundongo é menos repulsivo que matar um cão? E por que matar um vira-latas é menos grave que um cão de raça? O que dá ao homem o direito de decidir e usar um animal – que em quase 100% das vezes possui fisiologia e anatomia completamente diferentes do ser humano – para estudar doenças humanas e seus tratamentos? É ético fraturar a mandíbula de um animal saudável para estudar técnicas cirúrgicas? A dor que este animal sentirá no pós-operatório justifica tal prática?

A reportagem feita pelo programa Globo Universidade (abaixo) mostra a polêmica que tais práticas podem gerar:

http://globotv.globo.com/rbs-rs/jornal-do-almoco/v/a-polemica-do-uso-de-animais-saudaveis-em-pesquisas-de-medicina-veterinaria/1948664/

Os animais estão em igualdade com os seres humanos por também possuírem sistemas nervosos, ou seja, são capazes de sofrer. Em 1975 Peter Singer (filósofo australiano e autor do livro Libertação Animal) fez a seguinte pergunta: “O que nos dá o direito de usar animais? Por que podemos sobrepor a nossa vontade à deles?”.

Para finalizar esta postagem, explico que existem métodos alternativos ao uso de animais que visam reduzir o número de animais utilizados em determinados experimentos, diminuir o sofrimento animal por meio de treinamento e refinamento de pessoal e, sempre que possível, substituir completamente o uso de animais por outros métodos (replacement)… É a conhecida filosofia dos “3 Rs“.

A faculdade de medicina da Unifesp já introduziu o uso de ratos de pvc em aulas práticas de microcirurgia:Imagem

As medidas alternativas seriam:

  • Utilizar cadáveres de animais mortos em circunstâncias naturais;
  •  Realizar o mínimo de procedimentos prejudiciais em animais com finalidade de gravar softwares que serão utilizados por estudantes de todo o mundo;
  • Modelos e simuladores mecânicos;
  • Filmes e vídeos interativos;
  • Simulações computacionais e de realidade virtual;
  • Acompanhamento clínico em pacientes reais;
  • Auto-experimentação não-invasiva;
  • Utilização não-invasiva e não-prejudicial de animais;
  • Experimentos com vegetais, microorganismos e in vitro;
  • Estudos de campo e observacionais.

Os gastos com cada procedimento são relativos, já que a manutenção de canis, a captura de animais errantes e a manutenção de biotérios possuem alto custo.

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Foto acima: protesto contra uso de animais em experimentos de cosméticos na Espanha.

Inté!